segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Experimentando o amor do Pai

Hoje foi daqueles dias em que você pode prever como vão começar mas não tem ideia de como terminariam... e foi benção!
Em primeiro lugar, quando vim pra cá em junho, acabei conhecendo aqui uma moça que é de uma de nossas igrejas no Brasil, da cidade de São Caetano do Sul, e através dela fiquei conhecendo virtualmente sua amiga de escola que é brasileira e mora aqui há anos, a Renata. Isso aconteceu porque essa moça, a Allyne, ficou hospedada na casa da amiga e como andamos eu e a Allyne muito juntas por aqui, a Renata acabou fazendo contato comigo pra saber da amiga e prestar assistência. Dali em diante, conversamos em várias ocasiões mas não tínhamos nos conhecido pessoalmente. Ficamos apenas na intenção e na promessa de que, quando eu voltasse, nos veríamos.
A vida foi seguindo (tanto de lá quanto de cá) e num dado momento, a Renata me conta que está precisando de um documento no Brasil para que a sua cidadania por casamento seja reconhecida. Como eu estava lá e não me custava nada, eu resolvi ir atrás (era coisa simples, um atestado de antecedentes criminais) e preparei o documento pra ela. Fomos nos falando e assim que ficou pronto (alguns dias antes de eu voltar pra cá) combinamos que assim que eu chegasse eu entregaria pra ela a documentação e tomaríamos um café.
Demorou mas no fim das contas ontem conseguimos nos encontrar, e o que era para ser um café pela manhã transformou-se em uma pequena viagem à cidade em que ela mora (próxima de Milano) e também em almoço, lanche da tarde, visita ao PosteItaliane e também a uma amiga dela fantástica, a Regina.
Com isso, conheci um outro canto da região de Milano, e vi um pedaço em que moram diversas famílias imigrantes de vários lugares. É curioso porque tem uma cara completamente diferente da de Milano, não só pelo povo mas principalmente pelas construções mais atuais, mas ao mesmo tempo menos conservadas, e também pela cara de família que o local tem (diferente de Milano, que tem aquela cara cosmopolita de Sampa).
Apesar de ficar presa em um elevador (o que honestamente eu detestei porque já não sou fã de elevador), o dia foi excelente, e eu conheci pessoas amáveis, maravilhosas e me senti extremamente amada por Deus ao conhecer esse povo abençoado e tão acolhedor. Por sinal, tanto a Renata quanto a Regina são lindas, e eu nem sei bem porque não disse isso a elas, mas foi mesmo presente de Deus conhecê-las.
Felizmente para a família da Renata, eles estão de mudança amanhã para a Nova Zelândia, e eu pude desfrutar super pouco dessa companhia linda deles, mas felizmente pra mim, uma semente foi plantada, e eu notei que conheci pessoas super valorosas e que certamente Deus não colocou no meu caminho em vão.

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